http://www.sustentabilidade2011.com.br/
Este é o link para o site do PROJETO SUSTENTABILIDADE 2011.
Dea cordo com o site, sustentabilidade é um tema recorrente nas revistas da Editora Três.
A preocupação com o bem-estar do planeta e das pessoas é tema abordado com frequência no conteúdo de nossas revistas e portais. Sempre procuramos levar ao nosso leitor soluções capazes de fazer a diferença em seus negócios e em seu cotidiano.
O projeto nasce com o compromisso de reunir, retratar e repercutir através de reportagens em todas as revistas da editora e neste hotsite, atitudes e ideias inovadoras para a melhoria da qualidade de vida.
Mais do que divulgar fatos, nossa proposta é incentivar pessoas a praticarem os conceitos que regem um mundo sustentável.
Adorei a logo. Remete a PEGADA ECOLÓGICA que a tantos anos atrás aprendi no mestrado... esse conceito ainda estava chegando no Brasil e agora tá aí... pra todo mundo!!
Um mix do que se passa por meus olhos - minhas verdadeiras janelas! Vou postar especialmente momentos da minha atuação na educação, mas também vivências nas quais a educação perpassa - viagens, conversas, imagens que vi e gostei.
9 de dez. de 2011
11 de nov. de 2011
JASC 2011
Quero comportilhar um trabalho no qual estou envolvida desde o dia 17/10. São os JOGOS ABERTOS DE SANTA CATARINA - JASC 2001.
Explico: a convite da CARLOS LOPES CONSTRUÇÕES, fiz uma pesquisa sobre as modalidades esportivas dos JASC para a confecção de painéis. Isso seria apenas a demanda inicial.
Na verdade, a empresa ficou responsável em montar uma exposição sobre a história dos JASC. Nada menos que 51 anos de história.
Resolvi que seria melhor trabalhar com as modalidades esportivas... ainda bem! Junto com o Carlos - dono da empresa e meu irmão (!!), ele arquiteto e eu turismóloga, professora com um certa experiência em pesquisa; resolvemos montar uma linha do tempo, expor os materiais antigos que por ventura conseguiríamos e claro, fazer algo de diferente, de interativo...
Resultado: a linha do tempo conseguimos com a ACAERT - que havia editado um livro do Jubileu de Ouro dos JASC em 2010. Os materiais para exposição - medalhas, troféus, fotos, etc; conseguimos no Memorial dos JASC em Brusque e a interatividade ficou por conta de dois tablets e duas TVS logo na entrada da exposição. Neles o visitante pode ver fotos antigas, assim como reportagens e filmes...
Da responsabilidade social, ficou a transcrição de parte dos textos dos painés para o braile. O Carlos projetou totens na frente de cada vão, onde colocamos os textos em Braile.
Modéstia a parte, ficou tudo muito legal. Trabalhamos horrores... muitas horas de dedicação nos textos, revisando o material para os painéis... Não poderíamos esquecer dos créditos, dos agradecimento, etc.
E na hora da montagem, muito esforço também, pq. nem sempre o planejado acontece, né? Mas acabou que deu tudo certo. E espero que tanto os atletas quanto os visitantes da Arena Criciúma prestigiem a exposiação.
Explico: a convite da CARLOS LOPES CONSTRUÇÕES, fiz uma pesquisa sobre as modalidades esportivas dos JASC para a confecção de painéis. Isso seria apenas a demanda inicial.
Na verdade, a empresa ficou responsável em montar uma exposição sobre a história dos JASC. Nada menos que 51 anos de história.
| Arena Criciúma - local da exposição. |
Resolvi que seria melhor trabalhar com as modalidades esportivas... ainda bem! Junto com o Carlos - dono da empresa e meu irmão (!!), ele arquiteto e eu turismóloga, professora com um certa experiência em pesquisa; resolvemos montar uma linha do tempo, expor os materiais antigos que por ventura conseguiríamos e claro, fazer algo de diferente, de interativo...
Resultado: a linha do tempo conseguimos com a ACAERT - que havia editado um livro do Jubileu de Ouro dos JASC em 2010. Os materiais para exposição - medalhas, troféus, fotos, etc; conseguimos no Memorial dos JASC em Brusque e a interatividade ficou por conta de dois tablets e duas TVS logo na entrada da exposição. Neles o visitante pode ver fotos antigas, assim como reportagens e filmes...
| Expositor onde arrumei os objetos antigos cedidos por atletas e/ou entidades esportivas. |
Da responsabilidade social, ficou a transcrição de parte dos textos dos painés para o braile. O Carlos projetou totens na frente de cada vão, onde colocamos os textos em Braile.
Modéstia a parte, ficou tudo muito legal. Trabalhamos horrores... muitas horas de dedicação nos textos, revisando o material para os painéis... Não poderíamos esquecer dos créditos, dos agradecimento, etc.
| Pessoal da Plastkolor colocando os últimos painéis. |
1 de out. de 2011
COLDPLAY
Viva La Vida
I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listened as the crowd would sing
"Now the old king is dead! Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt and pillars of sand
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs is singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you'd gone there was never
Never an honest word
That was when I ruled the world
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in
Shattered windows and the sound of drums
People couldn't believe what I'd become
Revolutionaries wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter won't call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
Oh, oh, oh, oh, oh
Hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror, my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter won't call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
Viva a Vida
Eu costumava dominar o mundo
Oceanos se abriam quando eu ordenava
Agora pela manhã durmo sozinho
Varro as ruas que já foram minhas
Eu costumava jogar os dados
Sentir o medo nos olhos dos meus inimigos
Ouvir enquanto a multidão cantava:
"Agora o velho rei está morto! Vida longa ao rei!"
Em um minuto eu segurava a chave
No outro as paredes estavam fechadas contra mim
E eu descobri, que meus castelos se apoiavam
Sobre pilares de sal e pilares de areia
Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Corais da cavalaria romana estão cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em um campo estrangeiro
Por algum motivo eu não posso explicar
Desde que você se foi, nunca mais houve
Nunca houve uma palavra honesta
Isso foi quando eu dominava o mundo
Era o vento malévolo e selvagem
Derrubou as portas para me deixar entrar
Janelas estilhaçadas e o som de tambores
O povo não podia acreditar no que eu havia me tornado
Revolucionários esperam
Pela minha cabeça numa bandeja de prata
Apenas um fantoche numa corda solitária
Oh, quem jamais desejaria ser rei?
Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Corais da cavalaria romana estão cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em um campo estrangeiro
Por algum motivo eu não posso explicar
Eu sei que São Pedro não chamará o meu nome
Nunca houve uma palavra honesta
Mas isso foi quando eu dominava o mundo
Oh, oh, oh, oh, oh
Ouço os sinos de Jerusalém tocando
Corais da cavalaria romana estão cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meus missionários em um campo estrangeiro
Por algum motivo que não sei explicar
Eu sei que São Pedro não chamará o meu nome
Nunca houve uma palavra honesta
Mas isso foi quando eu dominava o mundo
10 de set. de 2011
RESENHA DO TEXTO: Perspectivas Atuais da Educação
1. RESUMO DA OBRA
1.1. Introdução ao tema
Todas as mudanças vividas nos últimos 30 anos, como por exemplo, a globalização, os avanços rápidos da tecnologia, os diversos movimentos sociais, acarretaram numa expectativa geral do que será o futuro.
Paradigmas estão a todo tempo sendo rompidos, tanto na cultura, quanto no meio social e econômico. O homem é seu próprio inimigo e ao contrário do que se imaginava anteriormente, que a guerra acabaria com ele, agora é a falta de controle da produção industrial que pode sim acabar com toda a vida em nosso planeta.
Neste contexto questiona-se o papel da educação. Que educação teremos? O que queremos com ela?
1.2. Resumo
Moacir Gadotti inicia seu artigo definindo o termo perspectiva e para tal recorre ao latim tardio que o define como “olhar até o fim, examinar atentamente”. Já para o Dicionário Aurélio, perspectiva é uma palavra de múltiplos significados, entre eles: panorama, aspecto, ponto de vista, enfoque, possibilidade.
Os atuais questionamentos dos professores referem-se a esses múltiplos significados do olhar para o futuro: cenários da educação, utopias pedagógicas, ideal pedagógico.
Dividido em três momentos, Um passado sempre presente, Sociedade da Informação e educação e Para pensar a educação do futuro, o artigo perpassa a educação tradicional e internacionalizada (desde a criação do Bureau Internacional de Novas Escolas em 1899 na cidade de Bruxelas por Adolphe Ferriére, cuja consequência é um ensino mais uniforme), as novas tecnologias aplicadas na educação (seu uso e mal uso) e os paradigmas holonômicos que pretendem restaurar a totalidade do indivíduo (sujeito aluno), valorizando sua iniciativa e sua criatividade.
Ainda em Um passado sempre presente, o autor trata da educação popular que teve seu marco inicial com Paulo Freira em 1960e da universalização da educação básica e das novas matrizes teóricas, que se caracterizam por uma “encruzilhada” pois o desempenho do sistema educacional não tem dado conta da educação básica de qualidade (a universalização desta) e as novas matrizes teóricas ainda não apresentam a consistência necessária para a indicação de caminhos seguros.
Para finalizar esta parte do artigo, o autor afirma que uma educação voltada para o futuro será sempre contestadora e vai superar os limites tanto do Estado quanto do mercado.
Como vivemos em uma era denominada de Era do Conhecimento, quer seja pela importância dada a quem detêm o conhecimento, quer seja pelo fato que o conhecimento pode chegar a um número maior de pessoas por meio das tecnologias da informação, esta parte do artigo, Sociedade da Informação e educação, trata especialmente dos espaços criados para esta nova demanda. Espaços de aprendizagem. Agora os espaços sociais e domiciliares, tornaram-se espaços de ensino-aprendizagem, em especial o ensino a distância.
Desta forma, a escola passa a ter um papel diferente: o de gestora do conhecimento. Mas alguns pontos de suma importância precisam ser considerados: “a escola precisa ter projeto, precisa ter dados, precisa fazer sua própria inovação”. Deve haver uma reestruturação curricular, uma elaboração dos parâmetros curriculares. Alcançar a cidadania.
E por fim, dentro desta lógica apresenta-se a nova figura do professor: o educador. O ser sensível e consciente. Que assim como os filósofos e poetas não podem deixar de se imaginar no futuro.
1.3. Conclusões da autoria
No momento final do artigo, Para pensar a educação do futuro, o autor toma como base a obra Educação: um tesouro a descobrir, de Jacques Delors (1998) que aponta o indivíduo da sociedade do conhecimento como um ser que necessita de uma aprendizagem ao longo da vida, que está calcada nos seguintes pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser.
Esses pilares podem ser considerados como uma bússola no sentido de levar a educação rumo ao futuro e para estabelecer novos pontos de debate, sem falar que são categorias que aparecem com frequência na literatura pedagógica contemporânea, o autor relaciona: contradição, determinação reprodução, mudança, trabalho, práxis, necessidade e possibilidade. Para o autor, essas categorias não podem ser negadas e nem desprezadas, mas sim estudadas e examinadas.
Além destas, são temas que surgiram em torno da educação do futuro, que nasceram junto com a prática da educação: cidadania, planetaridade, sustentabilidade, virtualidade, globalização, transdisciplinaridade, dialogicidade/ dialeticidade.
2. CRÍTICA DO RESENHISTA
Com tantas mudanças ocorridas tão recentemente, a escola tem que se adequar a um novo papel. O contexto da educação, o espaço onde ocorre ensino/aprendizagem já é outro.
O professor de hoje já é mais sensível as necessidades do educando, em especial no mundo do trabalho que se desenhou. Mas mesmo assim, o professor ainda se questiona sobre seu significado neste futuro, seu verdadeiro papel.
3. REFERÊNCIA
GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. São Paulo em
Perspectiva, 14(2) 2000.
Assinar:
Postagens (Atom)