8 de set. de 2018

Aula 6: Teoria do capital humano e Pedagogia das Competências


Esse mês o prof. Marival Coan, docente do IFSC no Campus Florianópolis se aposentou. Foi meu professor de "Educação e Trabalho" na Especialização em ETP que finalizei em 2017. Abaixo uma das atividades que fizemos para suas aulas. Um forma de eu homenageá-lo.

PROF. MARIVAL COAN                                      ALUNA: CARLA LOPES

Aula 6: Teoria do capital humano e Pedagogia das Competências

     A Teoria do capital humano e a pedagogia das competências podem ser consideradas como ideológicas? Justifique sua resposta a partir das reflexões realizadas no primeiro e segundo encontro.

Acredito que sim. A primeira de acordo com um projeto de competetiividade no mundo capitalista onde “quem sabe mais pode ganhar mais”. E no segundo para “moldar” o trabalhador segundo as necessidades do mercado do trabalho.

Explico melhor: embora ainda com uma leitura pouca sobre o capital humano, entendo que o conceito de capital se ampliou para abarcar o ser humano como um indivíduo do saber. Então se eu sei mais, tenho mais responsabilidade e consequentemente um maior cargo e assim tenho também um melhor salário. Sendo até mesmo possível, me aventurar no mundo dos negócios abrindo meu próprio empreendimento. Isto é, sendo um empreendedor. Mas não é de hoje, que se sabe que um “canudo” na mão não é significado de sucesso profissional ou de muitos ganhos ao fim do mês.

Aí está mais um conceito o do CHA – conhecimento + habilidade + atitude. Esse é o conjunto de atributos que o trabalhador precisa ter, de acordo com sua área de especialidade, para chegar a um pretendido sucesso, de acordo com o currículo por competências.

Minhas perguntas:


1.       O que significa a hierarquização do saber representada de forma horizontar e não mais vertical? 
2.    O texto afirma que o currículo por competências  ”implica em deixar de fazer a separação entre o saber e o fazer-saber para centrar o esforço em resultados de aprendizagem nos quais se atinge uma integração entre ambos.” Isso é ruim? Como se dá?



27 de mai. de 2018

UMA BREVE HISTÓRIA SOBRE O CRISTIANISMO - PARTE 1

Fiz algumas anotações sobre as passagens mais curiosas do livro de Geoffrey Blainey, "Uma breve História do Cristianismo". Como é muita coisa... realmente tenho aprendido muito com esse livro, dividi em Parte 1 e Parte 2. Eis abaixo, a primeira parte:

  • O aparecimento de estreles no céu anunciava acontecimentos importantes. Uma estrela extraordinariamente brilhante poderia ser o sinal do nascimento de um faraó ou do fundador de uma religião. Assim os sábios do oriente, seguiram a estrela na intuito de conhecer o que a estrela revelaria.
  • Os primeiros cristãos não comemoravam o Natal. Simbolicamente a Ressurreição era mais importante. 
  • Como Constantino não gostava de Roma, decidiu construir uma nova Roma. Para isso escolheu Bizâncio, que passou a se chamar Constantinopla e seria a nova capital do Império Romano. Atualmente, Constantinopla  chama-se Istambul.
  • Constantino também decretou, em 321, que o domingo deveria ser reconhecido como um dia especial. Deveria ser um dia de descanso.
  • Ravena é uma cidade italiana onde a visão ariana permanece, sobrevive. Não é tão turística quanto Veneza e Florença, porque grande parte de suas obras de arte foram destruídas. Porém, guarda ainda mosaicos maravilhosos criados nos tempos áureos dos romanos, dos bizantinos e sobretudo, dos arianos.
Mosaico citado na obra e que está localizado em Ravena, Itália.
  • Foi na Irlanda que ordens de monges, como os beneditinos, encontraram bons locais para seus mosteiros. Lá, eles passaram a adorar a cruz celta, desenhada por eles e que guarda uma certa semelhança com a cruz copta.
obs.: fui pesquisar e a cruz copta é a cruz dos cristãos do Egito.


Cruz copta

Cruz celta
  • O Norte da África, não possuía um lugar sagrado (cristão), como Roma, mas produziu mentes capazes de discutir o que realmente significava "sagrado." O cristianismo florescia na região costeira, porém cedeu ao Islamismo, por meio dos exércitos muçulmanos por volta de 675.
  • A basílica de Santa Sofia foi dedicada à Sagrada Sabedoria de Deus. 

Santa Sofia, a basílica da Turquia.
  • Os mosteiros dos cistercienses eram o que hoje podemos chamar de turismo de experiência. Atraíam uma espécie de turista que ficava 3 ou 4 dias hospedado no mosteiro e podia ajudar na lida, como carregar a colheita ou podar as árvores. Havia uma calorosa recepção, mas esta poderia esfriar, caso o turista não se ocupasse de algo útil durante sua estada.
  • A veneração a Virgem Maria cresceu muito no século 12, quando a oração da "Ave Maria" se tornou popular. Na Europa formou-se o hábito das igrejas soarem os sinos 3 vezes ao dia - manhã, tarde e noite, para lembrar os fiéis de rezarem a Ave Maria. Esse hábito levou ao uso do rosário.
  • Sobre a arte dos vitrais: entre 1203 e 1240 a catedral de Chartres recebeu vitrais nas suas 176 janelas.
Catedral de Chartres, a 90 km de Paris.

19 de fev. de 2018

Sobre viajar, pesquisar e... deixar passar!

Uma viagem sempre é um momento de aprendizado. Antes, durante e depois. Para mim, não há como se fazer uma viagem, por mais simples que seja, sem o mínimo de planejamento - o que requer pesquisa, leitura, conhecimentos prévios.

Pois bem. Quando fomos para a Europa - meu pai, meu irmão e eu, planejei muito! Pesquisei em sites e livros. Em blogs e guias de viagem. Claro, que resolvi fazer do meu jeito e dos meus companheiros de viagem. Em certo momento cheguei a conclusão de não falar muito a respeito da viagem com outras pessoas no "antes", pois as opiniões são muitas e variadas a respeito dos destinos.

Como li e reli algumas coisas, cheguei até a desistir de ver... e de seguir aprofundando conhecimentos, para poder experimentar do "elemento surpresa" durante a viagem. Para não perder um pouco da graça, certo?

Isto porque, fato é, que a gente faz uma verdadeira viagem, antes da viagem!

Tudo isso pra dizer que "passou batido" um atrativo de Paris. Sim, numa dada praça havia uma árvore centenária e que nem tomei conhecimento na época. Nem antes e nem durante a visita a Paris. Só vim a saber dela, por acaso, esses dias.... Novamente estava eu pesquisando algo sobre Paris ou um filme, nem lembro direito e me dei com essa informação:

A ÁRVORE MAIS ANTIGA DE PARIS. Ou, como me chamou a atenção: a árvore de muletas! Eis a  foto da dita cuja:

A Robínia (pseudo-acácia)
Sobre a árvore: é uma acácia, uma árvore mítica para os celtas e tals. Esse exemplar foi plantado em 1601, portanto, digno de visitar.

Acontece que "virou, mexeu", nós passamos por esta praça onde fica a tal árvore. Mas nem tomamos conhecimento dela porque andando por Paris estávamos sem guia, sem tablet... e quase não falávamos com ninguém.

A tal praça é essa da foto abaixo e quando vi nos blogs, lembrei que sim, tiramos fotos ali. Pensei imediatamente: será que a árvore celta aparece em alguma foto nossa? Assim posso me redimir!!

 René Viviani - a praça

Voltando a Paris.... no nosso terceiro dia lá, estava no meu roteiro ir a Shakespeare & Co, a livraria, e andar por ali, afinal é uma parte de Paris medieval. Também passar pela Sourbonne... etc. Inclusive aconteceu o elemento surpresa nesse dia, pois não esperava ir na Fonte dos Médicis no Jardin de Luxemburgo ... e nem passar na frente do Cine Ódeon.

Mas enfim. Como estávamos vindo da Ille de France, atrevessamos a Pon au Double e entramos na praça. Tem foto minha sim, mas do outro lado!! Com a Catedral de Notre Dame, afinal o atrativo maior dessa região.


Foto by Carlos Alexandre.

A Square Viviani é uma gracinha! Super arrumada, com espaços de gramado, muita flor  -  como dá pra ver nessas duas fotos.
O pai e o Alexandre a Igreja ao fundo e a bendita acácia!!
Então, fui procurar nas fotos e achei três fotos da praça. E como se percebe, nessa foto acima, a árvore mais antiga da cidade. Era maio de 2016, primavera na Europa e a árvore estava com muitas folhas verdes, bem claras.  Aproximando a imagem dá para ver melhor...




Então, minha dica é: indo a Paris visite essa região, vá na praça - que tem vestígios da reforma da Notre Dame (as pedras da praça eram da Igreja), e faça como os celtas reverencie a árvore.

Por fim, acabei criando uma história de viagem! Espero ter me redimido com a árvore...

13 de fev. de 2018

A educação profissional e o professor: fazeres e saberes necessários


RESENHA



SOARES, Ademilson de Souza. A educação profissional e o professor: fazeres e saberes necessários. Centro Universitário de Belo Horizonte - UNI, BH.



1. RESUMO DA OBRA


1.1. Introdução ao tema

O texto mostra claramente um panorama da educação profissional no Brasil, transitando por ideias-chaves, tais como:

§  Contexto da globalização – interferência no mundo do trabalho;
§  Escolas orientadas para a vida ativa X escolas orientadas para o prosseguimento dos estudos;
§  Aproximação entre os conceitos de prazer, trabalho e estudo;
§  Visão da escola técnica-profissionalizante.

O professor da educação profissional poderá se situar dos elementos históricos da educação profissional no Brasil assim como dos dilemas e crises típicos do trabalho com cursos técnicos e profissionalizantes.

Para facilitar a apropriação das ideias, o resumo ficou estruturado em quatro partes, tal qual o texto original.


1.2. Resumo

Um panorama geral da educação profissional

Tanto no Brasil como no mundo, a educação profissional iniciou-se no século XX a partir das mudanças das relações de trabalho e das mudanças tecnológicas.

Sua concepção, tradicionalmente, foi atingir as camadas operárias, isto é, os filhos de subalternos, empregados.

Mas o fato é que a educação profissional pode levar o trabalhador a se cidadão de seu país e do mundo, segundo o autor citado, Oliveira (2007), por meio de uma ação crítica e reflexiva da educação de qualidade.

Mais tarde, aparece um novo conceito, o do “ócio criativo” propagado, em especial, por Domenico de Masi. Este conceito traz em seu bojo mudanças no oferecimento do trabalho, sendo que o mundo pós-industrial exige aptidões mais intelectuais do que físicas.

A chamada flexibilização do trabalho já ocorre, mas ainda não plenamente nos aspectos de satisfação de necessidades como convivência, amizade, beleza, diversão e introspecção.



A educação profissional no Brasil

Até o final do século XIX, trabalhar significava “pegar no pesado” e ir para a escola, coisa de gente rica. Esses valores prejudicaram e muito a relação trabalho e educação. Os reflexos disso se observam até os dias de hoje.

A educação profissional passou por vários momentos, culminando no que temos hoje com a atual LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

Na década de 1930, houve reformas na área da educação, pois o Brasil atingia uma fase de industrialização. Já na década de 1940 as Leis Orgânicas criaram o que hoje conhecemos como “sistema S”.

No período ditatorial brasileiro o ensino profissionalizante foi obrigatório, e houve avanços, já que a geração do debate culminou mais tarde, nos fins da década de 1990,  na atual LDB, que preconiza a conjunção entre ser cidadão e se inserir no ensino superior.


O professor da educação profissional

O professor da educação profissional (também) aprende muito com sua prática pedagógica, sua ação diária.

Esse professor não foi formado para exercer esta atividade. Se faz, é por amor. E amor não somente ao contato com o ambiente escolar, ao ensino, mas também a sua categoria profissional.

O professor do ensino técnico-profissionalizante é um trabalhador, acima de tudo. Ele trabalha na área em que ensina. Leva para a sala de aula seu cotidiano.


Fazeres e saberes necessários à educação profissional

Ideias-chave sobre “o fazer” e “o saber” do professor do ensino técnico-profissionalizante:

§  Paulo Freire em sua pedagogia da autonomia, afirmou que o professor se torna o que é, a partir da sua relação com os alunos;
§  O professor aprende ao ensinar;
§  Ensinar não é transferir conhecimento, segundo Paulo Freire;
§  Existe um trabalho manual envolvido no processo ensino-aprendizagem técnico;
§  O professor do ensino técnico vive um dilema entre o trabalho manual e o trabalho intelectual.




1.3. Conclusões da autoria

São três as conclusões do autor, sobre o texto, baseando-se na pedagogia da autonomia de Paulo Freire, a saber:


§  Ensinar é inerente ao ser humano;
§  O ensino de uma profissão exige algo além da simples transferência do conhecimento;
§  A relação aluno e professor , assim como ensino e aprendizagem, só existe se o outro existir.



2. CRÍTICA DO RESENHISTA

Interessante conhecer a história da relação entre trabalho e escola, em especial as diversas possibilidades das escolas profissionalizantes, tais como “as de artes e ofícios”, as “escolas de comércio” e as “polivalentes”.


Na abordagem realizada pelo autor sobre o ócio criativo e como ele se desenvolve atualmente....

É de se destacar a visão já em 1930 de Fidélis Reis sobre a importância econômica do ensino. Ele criticava, o governo de Minas Gerais sobre os poucos investimentos no ensino mais prático, mais técnico, que poderia nortear um crescimento econômico. Defendia inclusive, a criação de uma Universidade Técnica.


Originalmente esta resenha foi apresentada por mim na disciplina de "Concepções Atuais da Educação Profissional" durante o Curso de Complementação Pedagógica realizado na Faculdade AVANTIS em 2011.




10 de jan. de 2018

Sobre o significado de Bem Receber


O entendimento mais amplo a respeito da hospitalidade, segundo os autores britânicos, Lashley & Morrison, é que em primeiro lugar, a hospitalidade seja o bom relacionamento entre anfitrião e hóspede.

A hospitalidade para ser eficaz, segundo os autores, é preciso que o hóspede sinta que o anfitrião está sendo hospitaleiro por sentimentos de generosidade, pelo desejo de agradar e por ver a ele, hóspede, um indivíduo.

Embora existam basicamente, dois tipos de hospitalidade, a privada e a comercial, importante salientar que nem sempre quem recebe bem em casa e bom anfitrião fora dela. Na hospitalidade privada o anfitrião assume a responsabilidade pelo bem-estar de seu hóspede, por afetividade. Já na hospitalidade comercial, que é o caso dos meios de hospedagem, há um interesse pelo lucro, considerando que o hóspede está pagando pelo serviço.

Desta forma, o anfitrião, ou melhor, o prestador de serviço, deve reconhecer no pagamento a base da relação de serviço e qualidade.

Mas afinal, o que é bem receber? É quando ocorre o acolhimento do outro, como cliente, paciente ou hóspede. Esse acolhimento se realiza, por exemplo, quando em uma reserva por telefone o cliente tem a impressão de ver o sorriso de quem o está atendendo. Outro exemplo: quando o cliente chega a um restaurante em dia de chuva e as boas vindas se iniciam com uma grande sombrinha aberta para sua comodidade.

Um fator que é consenso nos informa Maricato (autor de Marketing para Bares e Restaurantes, Ed. SENAC Nacional, 2004), é quando a empresa ensina ao colaborador as técnicas do oficio para prestar um serviço ágil e eficiente, fazendo com que ele permaneça atento o tempo inteiro. Essa premissa vem ao encontro do que o Prof. Geraldo Castelli chama de capital humano ou “humanware”, os recursos humanos da empresa. Para o professor, a melhoria do “humanware” pode se dar “através do aporte de conhecimento, desenvolvimento das habilidades e da formação de bons hábitos.”

Mas o bem receber vai além da qualidade no atendimento! Quando se trabalha com ética e respeito à natureza e ao ser humano, quando o empreendimento está coerente com a proposta do seu entorno, e quando se sente que as pessoas a sua volta estão satisfeitas com o que fazem e com o resultado de seus esforços, o bem receber se torna algo natural.

Há porém, questões que precisam ser discutidas e analisadas pelo empreendedor por trás do conceito de hospitalidade, tais como: condições de trabalho – saúde e segurança no trabalho, capacitação profissional, respeito ao consumidor, entre outros. É fundamental não transparecer para o cliente, problemas pessoais, de equipe ou de estrutura que por ventura podem estar ocorrendo.

Com relação às técnicas de atendimento personalizado, importante ressaltar que cada cliente é um indivíduo e como qualquer um, ele não pode ser o mesmo todos os dias. Por isso o atendente não deve tirar conclusões precipitadas, ao contrário, deve entendê-lo, colocando-se em seu lugar.

Quanto melhor você se relacionar com as pessoas, mais você testará sua habilidade em lidar com clientes. Alguns pontos importantes ao se lidar com hospedes em geral:

ü  O hóspede é a pessoa mais importante no meu meio de hospedagem;

ü  O hóspede nunca atrapalha o meu serviço, ele é a razão do mesmo;

ü  O hóspede escolheu frequentar o nosso estabelecimento, entre tantos. Não é nenhum favor servi-lo bem;

ü  O hóspede não é um estranho no nosso trabalho, ele merece nosso mais cortês e melhor tratamento.

Para a sobrevivência de qualquer empresa no mercado, o bom atendimento é uma obrigatoriedade. A palavra qualidade está presente no vocabulário da maioria das pessoas e um cliente de restaurante espera encontrá-la quando precisa sanar suas dúvidas com relação ao serviço ou algum item do cardápio, por exemplo.  Suas dúvidas devem ser sanadas de forma clara e simpática e não com um meio sorriso onde o atendente demonstre deboche.

No quesito excelência no atendimento, agilidade no serviço de mesa em restaurantes, é outro ponto que merece atenção, mas veja: rapidez é algo subjetivo, pois existe a máxima a pressa é inimiga da perfeição. Claro é, que em um local de refeições comerciais existe um tempo mínimo para que o processo se desenvolva. Quando um atendente está lento demais, dá a impressão de não gostar do que está fazendo.

A cobertura de uma cama, com o envelopamento adequado dos lençóis, a limpeza do box do banheiro, a colocação das toalhas com o logotipo do hotel a mostra, entre outros, são exemplos onde se deve transparecer a técnica por trás da agilidade. Quando se conhece as técnicas de serviço, o mesmo ocorre com naturalidade e se desenvolve a contento.


Por fim, a essência do servir está na elegância do colaborador de qualquer empresa turística, em demonstrar simpatia na medida certa, em trajar um uniforme impecável e utilizar um vocabulário formal sem ser pedante. 

Obs.: texto de minha autoria que escrevi quando Diretora de Capacitação da ABIH-SC (Fev. 2017)

20 de mai. de 2017

Minha viagem a Portugal

Minha viagem a Portugal aconteceu em maio de 2016. Um ano se passou e a saudade bateu!! O objetivo maior era visitar a terra natal do meu pai. Fomos eu, meu irmão Alexandre e meu pai, João Carlos.

De início ficamos dois dias em Lisboa. Após isso fomos para Dublin e Paris e depois retornamos a Portugal via Porto. Passamos por Viseu, Carregal do Sal, Aveiro, Coimbra e Nazaré para chegarmos novamente em Lisboa. Visitamos também Sintra, Cascais e Estoril muito rapidamente.

Como foi em Lisboa

Com o pai no Mosteiro dos Jerónimos

Vitrine na R. Augusta

Passeando pelo Parque das Nações


Como foi em Porto

Interior da Estação Ferroviária

Na linda Lello

Pausa  na Praça de Lisboa para um café carioca




Como foi em Aveiro

Na Ria, obviamente!

Experimentando hidromel

Azulejos, azulejos, azulejos



Como foi em Sintra

Poço Iniciático

Na Quinta da Regaleira

Desenho do Palácio que consta do acervo


Depois disso ainda passamos por Coimbra e Nazaré e fomos também a Cascais e Estoril, próximas a Lisboa.

8 de fev. de 2017

3 anos e tanto depois....

Achei entre meus arquivos...

Foi de um curso feito no e-Proinfo em Out. de 2013 que fiz quando estava no CEDUP - JL. Avancei, somente em dois aspectos, mas avancei! Ah... sem ser injusta: a escola do JF é muito boa.

Fiz minha viagem pra Europa (porque a primeira nem vale: tinha 2,5 anos quando fui a Portugal e Espanha)  e escrevendo sobre isso, lembrei que falta postar fotos e textos sobre a viagem. E estou prestes a concluir a pós-graduação no IFSC em Ed. Profissional e Tecnológica. 

Falta somente a monografia... vamos que vamos!!

Vejam:

MEU PROJETO PESSOAL E PROFISSIONAL

MEU PROJETO PESSOAL
Abaixo seguem os aspectos que integram o meu projeto pessoal.


  •          Dar uma educação de excelência para meu filho;
  •          Viajar para o exterior;
  •          Mudar para um apartamento maior onde eu possa ter meu ateliê;
  •         Voltar a fazer hidroginástica.

MEU PROJETO PROFISSIONAL
Abaixo seguem os aspectos que integram o meu projeto profissional.

  • Estudar continuamente;
  • Passar num concurso para obter estabilidade e carreira.  Na área da educação seria o ideal;
  •  Retomar meus artigos que não foram concluídos;
  • Participar de eventos de forma efetiva – palestrando e apresentado artigos científicos;
  •  Escrever sobre minha experiência no CEDUP – JL;
  •  Realizar mais uma pós-graduação.